Metasploit Framework I: a plataforma que industrializou a exploração
Se o Nmap reina no scanning, o Metasploit reina na exploração: milhares de exploits e payloads numa interface padronizada e repetível.
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Se o Nmap reina no scanning, o Metasploit reina na exploração: milhares de exploits e payloads numa interface padronizada e repetível.
Transformar vulnerabilidade em acesso: a distinção entre a fraqueza, o exploit que a abusa e o payload que roda depois que ele funciona.
Rainbow tables trocam computação por consulta a tabela pré-calculada — e é exatamente isso que o salt anula.
Ataque offline sobre hashes do SAM, do /etc/shadow ou de um dump: sem serviço para barrar, testa-se na velocidade do hardware.
Dicionários e sets: acesso seguro com get, comprehensions, contagem e agrupamento, operações de conjunto e a busca em tempo constante.
O Hydra testando credenciais contra SSH, RDP ou formulário de login — e por que o ataque online é tão limitado e detectável quanto é.
"Quebrar uma senha" significa coisas técnicas diferentes: ataque online autentica contra serviço vivo e é ruidoso; offline trabalha sobre hashes.
Parar, organizar e transformar doze aulas de coleta num plano priorizado: a matriz host × serviços × achados e os critérios que ordenam o ataque.
CVE identifica qual vulnerabilidade, CVSS mede quão grave, CWE classifica o tipo de fraqueza: as três siglas que tiram o "achei uma falha" do vago.
Listas e tuplas em profundidade: fatiamento, os métodos que importam, a armadilha da cópia superficial e quando preferir cada uma.