Visualizações Reativas e Sincronizadas
Sincronizar painéis no cliente com crosstalk ou no servidor com reatividade: o critério de escolha, o estado central e o plotlyProxy.
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Sincronizar painéis no cliente com crosstalk ou no servidor com reatividade: o critério de escolha, o estado central e o plotlyProxy.
O mecanismo por baixo do EternalBlue: o que acontece quando se escreve mais dados do que o buffer comporta, numa linguagem sem verificação de limites.
Nem toda invasão explora um bug: o Manager do Tomcat faz exatamente o que deveria — e com credencial padrão publica a aplicação do atacante.
O grafo reativo do Shiny: condutores preguiçosos, sumidouros ansiosos, isolate, req e validate — e por que efeito colateral nunca entra num reactive.
Nem todo exploit dá shell; alguns devastam por vazar memória. O Heartbleed nasceu de confiar no tamanho informado pelo cliente, sem verificá-lo.
O EternalBlue (MS17-010) por inteiro: ciberarma da NSA, vazamento pelo Shadow Brokers, WannaCry e NotPetya — e as lições que transcendem a técnica.
try/except, raise, exceções customizadas, context managers, módulos e pacotes, ambientes virtuais — e logging no lugar do print.
Shiny de protótipo a produto: o percurso vai do conteúdo — visualizações e tabelas — para a forma, e termina em Golem, Docker e ShinyProxy.
O exploit é só a porta; o payload decide o que vem depois. Staged contra non-staged, e o Meterpreter como plataforma de pós-exploração.
Fase 1 — Fundamentos | Pré-requisitos: Aulas 0 e 1 | Duração estimada: 60 minutos