Arquitetura Responsiva e HTML
A UI do Shiny é HTML gerado em R: o grid de 12 colunas, o bslib moderno, breakpoints sem media query e a pasta www servida na raiz.
Curso
Shiny do reativo ao deploy: visualizações com plotly e echarts4r, mapas e redes, tabelas editáveis com CRUD, identidade visual com brand.yml, empacotamento com golem e publicação em Docker e ShinyProxy.
23 aulas
A UI do Shiny é HTML gerado em R: o grid de 12 colunas, o bslib moderno, breakpoints sem media query e a pasta www servida na raiz.
bs_theme para reestilizar o app inteiro, Sass para o ajuste fino, thematic para os gráficos herdarem o tema — e o brand.yml como fonte de verdade.
Identidade visual num YAML só: paleta nomeada separada dos papéis, fontes, logo por tamanho — e a acessibilidade que não vem automática.
Módulos com namespace próprio, shinyjs, a ponte JS↔R nos dois sentidos e o assíncrono que impede a tarefa longa de travar a interface.
Trabalho pesado em outro processo R: o filho começa do zero, só dado serializável atravessa, e get_result direto bloqueia a sessão.
Golem transforma o app num pacote R: dependências explícitas, testes, config por ambiente e run_app como ponto de entrada único do deploy.
Docker congela o sistema, renv congela os pacotes: as imagens rocker, o cache de camadas que acelera rebuild e os segredos por variável de ambiente.
Um contêiner por sessão: isolamento, autenticação integrada e a cadeia de portas que precisa bater — trocando Docker por Kubernetes sem mudar o app.
O mesmo modelo reativo em Python: inputs como função, outputs por decorador, as APIs Core e Express, e o deploy que não muda.
O dashboard que integra o curso: mapa de módulos com responsabilidade única, estado central, e o mesmo golem+Docker servido por ShinyProxy.
Reconhecer não é recuperar: recuperação ativa, repetição espaçada e os quatro padrões que atravessam o curso — fechando o ciclo no teclado.